quinta-feira, 28 de junho de 2012
CÉSAR VALLEJO – O POETA
O sofrer por não ter; a diferença social – em todas às eras vejo como que, agressão física e moral –, se fez presente no cotidiano de César Vallejo.
O almejar instrução acadêmica; a frustração por não alcançá-la da forma desejada, por falta de finanças, o fez crescer no sofrer.
A profundidade dos seus poemas – década de 30, os classificou por poemas humanos, a dor encontrando na solidariedade o antídoto para o sofrimento.
Magnânimo poetar; chagas abertas; sangue jorrando em forma de letras; originalidade em suas estruturações poéticas – estilo Vallejo.
Disse o pensador Thomas Merton a respeito do seu poetar: “Vallejo é o mais importante poeta universal depois de Dante.”
Não importa a classificação, a divisão do seu poetar. Se pré-moderna , moderna (ou vanguardista) e/ou pós-moderna. Importa os sentires oriundos de sua alma poética que tornou a sua obra imortal e fez com que, o não menos imortal, Pablo Neruda, o admirasse a ponto de falar ser Vallejo melhor poeta que ele.
EstherRogessi;Crônica: César Vallejo o Poeta, 04/10/11
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