Fujo de ti, mergulho em
trabalho,
nesse mar busco esquecer-te...
Surges do profundo -animal marinho.
Deleito-me que venhas a mim:
Sem autorização; sem marcar audiência.
Fugir não resolve
és presente em tua ausência.
Ó doce ingrediente de minha essência...
És como o suor, lágrimas, riso e a dor,
que ... surgem assim: sem hora marcada!
Por que teimas, em mim, fazer morada?
EstherRogessi, Prosa:PRESENTE
AUSÊNCIA,
24/02/10

Nenhum comentário:
Postar um comentário